bom dia!! dentre em breve irei voltar a postar artigos q considero interessante ...
já voltei a ler alguns q achei bacana. bom enquanto isso espero q ele esteja sendo muito útil para que acaba caindo aqui de para quedas..... aos q me enviarão e-mail pedindo alguns trabalhos, peço perdão por ainda não ter enviado, é pq não achei os arquivos e meu computador foi pra concerto trocar o HD... mas não esqueci não ok.....
beijos a todos os visitantes
Luciana Moraes
Penso que tudo que serve para nos aprimorar e nos fazer crescer como profissionais de educação e acima de tudo como seres humanos, deve ser compartilhado.
Quem sou eu
- Lu
- MARAVILHOSA, Rio de Janeiro, Brazil
- Diante de tanta contradição da vida, aprendi que devo ter alto astral acima de qualquer coisa!Eu nunca imaginei que seria pedagoga. Não me preparei para isso. Ela chegou sem que eu preparasse o seu caminho e por isso fiquei tão apaixonada. Essa é para mim a profissão mais linda e digna que existe... Sem sonharmos e idealizarmos algo melhor, nunca poderemos alcançar um diferencial.Essa é minha ideologia e não posso deixar que apaguem por não acreditarem que existe solução para a educação do nosso país,"Não,podemos viver sem ideologias, ter sucesso sem acreditar em valores fortes, concretos,lutar por nossos objetivos sem acreditar que eles serão alcançados,almejar uma vida de realizações soterrando nossas verdadeiras crenças.Tenha suas ideologias muito bem definidas e paute sua vida sobre elas. Não tenha medo do que os outros vão pensar se você está realmente convicto no que acredita ser o certo,não tenha medo de fracassar embasado nelas, aprenda que neste mundo nada é absolutamente ruim ou bom e que sempre,terá que defender suas escolhas e pagar por elas." Eu estou consciente pela escolha que fiz na minha vida profissional,e você?
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Este espaço é algo criado por mim para dividir, com todos que, assim como eu, adoram de fato o que fazem dentro da educação, um pouco do que pesquiso na internet e também do que tenho de material voltado à esta área que de fato sou louca de paixão.
Peço desculpas pela demora em atualizar os conteúdos.
No mais, a todos que visitam este blog, espero que até o momento tudo que há de conteúdo esteja sendo agradável.
Com carinho,
Lu Moraes
contato: luciana.moraesmaluf@gmail.com
msn: pedlumoraes@hotmail.com
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“Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática”
(Paulo Freire, em “A educação na cidade”)
“Ser professor é um privilégio. Ser professor é semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita. Ser professor é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes" Gabriel Chalita
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Eu fico com a pureza da resposta das crianças: a vida é bonita.
Viver e não ter a vergonha de ser feliz.
Cantar e... cantar e ...cantar a eterna beleza de ser aprendiz.
Eu sei que a vida devia ser bem melhor. E será.
Mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita, é bonita!
(Gonzaguinha).
Viver e não ter a vergonha de ser feliz.
Cantar e... cantar e ...cantar a eterna beleza de ser aprendiz.
Eu sei que a vida devia ser bem melhor. E será.
Mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita, é bonita!
(Gonzaguinha).
"Há os que adquirem conhecimento pelo valor do conhecimento - e isto é vaidade de baixo nível. Mas há os que desejam tê-lo para edificar outros - e isto é amor. E há outros que o desejam para que eles mesmos sejam edificados - e isto é sabedoria." - (Bernardo de Claraval)
"Todas as postagens que não são de minha autoria é dado o devido crédito e citado a fonte, até porque quando se copia algo de alguem a intenção não é fazer plágio, e sim divulgar as informações para um maior número de pessoas favorecendo assim o conhecimento."
Lucia Araújo/cc: Luciana Moraes
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Meu depoimento
Fico muito feliz em ver que as pessoas aos poucos vão comocando suas opiniões sobre os artigos que posto. Gostaria de indicar a leitura sobre bulling...Há um depoimento de um professor do qual passou por isso sendo agredido no pré vestibular.... o que mais me chamou a atenção foi que esta pessoa se tornou professor... onde, depois de passar por tudo o que passou ele ainda escolheu uma profissão da qual normalmente uma pessoa ficaria longe.
Parabens ...
Parabens ...
domingo, 17 de abril de 2011
Tudo sobre Bullying
Pesquisa realizada em 2008 em seis estados brasileiros apontou que 70% de 12 mil alunos consultados afirmaram ter sido vítimas de violência escolar. Entre as formas mais comuns, está o bullying, comportamento que inclui atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro. Nesta página, você encontra reportagens, artigos e sugestões de leitura para saber mais sobre o que está por trás deste problema e como enfrentá-lo de forma eficiente.
A revista nova escola possue em seu site uma relação de artigos sobre este tema tão debatido por pais, alunos e educadores.
Realmente, qual será o motivo que leva uma pessoa a destratar outra?
Eu como mãe, pedagoga e dentre pouco tempo psicopedagoga, tento realmente entender o que de fato faz com que crianças e adolescentes pratiquem maldades na vida de outro ser humano. O que os leva a isso? O que ganham? Sentem algo bom?
Por causa do bullying meu filho João repetiu de ano e neste ano de 2011 está em novo colégio, onde mais uma vez passou por este constrangimento. Digo passou por que acredito que tenha de fato passado, pois tive que intimar a escola a tomar providências.
Não agi como educadora, agi como mãe. Como orientação dada a poucas semana em rede nacional de televisão, disse que continuando a perseguição, levaria o caso a policia. Bem, resumindo o texto, meu filho disse que no dia seguinte o menino foi se desculpar com ele e desde então as coisas estão tranquilas.
Os pais não podem ficar omissos achando que somente à escola tem o dever de fazer algo. Os pais também tem grande parcela de culpa, pois devem orientar seus filhos a serem pessoas com ética. Não fazerem ou falarem nada que não gostariam que fizessem com eles. É isso e um pouco mais que oriento aos meus.
A educação vem de casa. Como pais não devemos sobrecarregar as escolas a terem que fazer aquilo que é nosso dever e obrigação.
Lu Moraes
clic no link abaixo e vá direto a página onde estão as reportagens sobre o tema bullying.
ttp://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/tudo-bullying-433208.shtml
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Olá!
Ontem comecei oficialmente minhas aulas de pós de psicopedagogia e Educação Especial. Estou postando isto por querer compartilhar essa minha nova conquista. Quem diria, euzinha a espoleta da escola e que nunca gostou de estudar, tomou gosto pela coisa...rsrs.
Pois é gente, tô correndo atrás do tempo em que optei priorizar a educação dos meus filhos dos quais tive ainda uma adolescente...
...Há muitas coisas para serem aprendidas e tudo que aprender irei postar aqui no cantinho, para que possam compartilhar desse meu aprendizado. Como educadores, independente se é de educação física ou de sala de aula, artes ou inglês...não interessa, a educação é única, devemos ter conhecimento de quase tudo que está no mundo, seja bom ou ruim, para que tenhamos sabedoria de poder repassar aos nossos alunos o valor real, afim que sejam pessoas melhores nesse mundinho maravilhoso em que vivemos, porém caótico.
Um beijo no coração e até as próximas postagens
Lu
domingo, 8 de agosto de 2010
Caderno: memórias de uma formação
Os registros dos alunos ajudam no processo de aprendizagem e podem ser úteis para os professores planejarem as aulas.
Fernando José de Almeida
O caderno é um objeto de reconhecida importância nas ações do cotidiano de muitas pessoas - e também na formação delas durante toda a vida. Sua origem é remota. Vale lembrar que a palavra caderno vem de codex, termo latino que significa "registro, tábua de escrever". Eram chamados de códice tanto os livros nos quais se listavam as receitas e as despesas de uma família, por exemplo, como os volumes nos quais ficavam documentadas as leis elaboradas pelos imperadores romanos.
Em tempos mais recentes, lembro-me que, nos anos 1950, os cadernos serviam para que os donos de armazém apontassem as despesas fiadas dos clientes (meu pai, por exemplo, pagava as dívidas que a família fazia religiosamente todo fim de mês). Era também em pequenos cadernos - as cadernetas - que o bancário relacionava as economias que cuidadosamente guardávamos no nosso cofrinho e depois depositávamos na poupança. Toda mulher ou homem que tem irmã, esposa ou filha sabe que cadernos também eram muito usados por elas para escrever confidências - os famosos diários.
Em qualquer um dos exemplos citados, o caderno é útil para guardar memórias (das dívidas, das leis, das experiências vividas). E, nas escolas, para que servem? Igualmente, são usados - ou deveriam ser - para arquivar as memórias da formação do aluno, o processo vivido por ele em busca do conhecimento, as dúvidas e as descobertas feitas durante as aulas, em livros, nas discussões com o professor e nos trabalhos em grupo. Quando eu era estudante, os cadernos eram sóbrios, com folhas pautadas com linhas e nada mais. Com o tempo, eles se tornaram objetos de consumo, com capas fantasiosas que vendem paisagens, personagens, times de futebol, cursinhos pré-universitários e refrigerantes. Prateado, dourado ou com cores berrantes, esse objeto - imprescindível no material escolar - deve ser visto como um arquivo: o lugar onde está o repertório do estudante, as informações, os dados, os conteúdos, as impressões e as opiniões sobre os temas trabalhados em classe.
Crianças e jovens que usam os cadernos para anotar as aulas já têm, a princípio, duas grandes vantagens em relação aos demais: certamente ficam mais atentos ao que acontece na classe para fazer as anotações necessárias (não se trata de copiar o que está no quadro) e têm uma base para estudar em casa em época de trabalhos e provas. Aprender supõe ter a capacidade de documentar as aulas, as leituras realizadas, as dúvidas, os debates feitos em classe e as tarefas.
Vale lembrar que a aprendizagem é o desenvolvimento de um processo de criação de ganchos, nos quais se amarram as informações novas com as já conhecidas - e lembradas! E o caderno nada mais é do que um dos lugares mais eficientes para armazenar os dados necessários para que o conhecimento seja permanentemente construído.
Os benefícios desse material não são somente dos alunos: o professor deve usá-los para analisar a maneira como ensina e ter mais repertório de informações sobre como a turma aprende. O coordenador pedagógico, por sua vez, também pode se valer da leitura atenta desses para ajudar o professor a fazer o planejamento das aulas futuras e elaborar um plano de formação para a equipe, como mostra reportagem da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR de agosto/setembro.
Acompanhar, orientar e avaliar os escritos dos estudantes é uma forma de ajudá-los a se organizar, de saber se evoluíram e no que é preciso focar as aulas. Utilizar os resultados da apreciação atenta das anotações para melhorar a maneira de ensinar é um passo significativo para fortalecer e aprimorar a formação continuada na escola.
Em tempos mais recentes, lembro-me que, nos anos 1950, os cadernos serviam para que os donos de armazém apontassem as despesas fiadas dos clientes (meu pai, por exemplo, pagava as dívidas que a família fazia religiosamente todo fim de mês). Era também em pequenos cadernos - as cadernetas - que o bancário relacionava as economias que cuidadosamente guardávamos no nosso cofrinho e depois depositávamos na poupança. Toda mulher ou homem que tem irmã, esposa ou filha sabe que cadernos também eram muito usados por elas para escrever confidências - os famosos diários.
Em qualquer um dos exemplos citados, o caderno é útil para guardar memórias (das dívidas, das leis, das experiências vividas). E, nas escolas, para que servem? Igualmente, são usados - ou deveriam ser - para arquivar as memórias da formação do aluno, o processo vivido por ele em busca do conhecimento, as dúvidas e as descobertas feitas durante as aulas, em livros, nas discussões com o professor e nos trabalhos em grupo. Quando eu era estudante, os cadernos eram sóbrios, com folhas pautadas com linhas e nada mais. Com o tempo, eles se tornaram objetos de consumo, com capas fantasiosas que vendem paisagens, personagens, times de futebol, cursinhos pré-universitários e refrigerantes. Prateado, dourado ou com cores berrantes, esse objeto - imprescindível no material escolar - deve ser visto como um arquivo: o lugar onde está o repertório do estudante, as informações, os dados, os conteúdos, as impressões e as opiniões sobre os temas trabalhados em classe.
Crianças e jovens que usam os cadernos para anotar as aulas já têm, a princípio, duas grandes vantagens em relação aos demais: certamente ficam mais atentos ao que acontece na classe para fazer as anotações necessárias (não se trata de copiar o que está no quadro) e têm uma base para estudar em casa em época de trabalhos e provas. Aprender supõe ter a capacidade de documentar as aulas, as leituras realizadas, as dúvidas, os debates feitos em classe e as tarefas.
Vale lembrar que a aprendizagem é o desenvolvimento de um processo de criação de ganchos, nos quais se amarram as informações novas com as já conhecidas - e lembradas! E o caderno nada mais é do que um dos lugares mais eficientes para armazenar os dados necessários para que o conhecimento seja permanentemente construído.
Os benefícios desse material não são somente dos alunos: o professor deve usá-los para analisar a maneira como ensina e ter mais repertório de informações sobre como a turma aprende. O coordenador pedagógico, por sua vez, também pode se valer da leitura atenta desses para ajudar o professor a fazer o planejamento das aulas futuras e elaborar um plano de formação para a equipe, como mostra reportagem da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR de agosto/setembro.
Acompanhar, orientar e avaliar os escritos dos estudantes é uma forma de ajudá-los a se organizar, de saber se evoluíram e no que é preciso focar as aulas. Utilizar os resultados da apreciação atenta das anotações para melhorar a maneira de ensinar é um passo significativo para fortalecer e aprimorar a formação continuada na escola.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
10 perguntas que os pais devem fazer aos professores A participação dos pais na escola ajuda no desempenho escolar das crianças. Uma boa maneira de começar é falando com os mestres
Pais educam, escolas ensinam: apregoa um velho provérbio. De fato, é um erro atribuir à escola a total responsabilidade pelo desempenho escolar das crianças. Pesquisas em todo mundo mostram que o envolvimento da família na vida escolar dos filhos é vital para o desenvolvimento deles. A parceria pais + professores é considerada tão importante que governos pelo mundo investem em medidas para incentivar a presença dos pais na rotina da escola. Em Nova York (Estados Unidos), onde medidas fizeram com que a cidade fosse considerada um dos sistemas com trajetória de forte melhoria no mundo, segundo um relatório da consultoria Mckinsey, de 2008, existem políticas públicas específicas para estimular a participação dos pais.
Uma das principais iniciativas tomadas pela prefeitura foi a de criar a posição de coordenador de pais para cada uma das escolas públicas da cidade. Esse profissional trabalha como mediador entre a escola e a família: acolhe os pais, tira dúvidas e ajuda quem não pode participar de reuniões da Associação de Pais e Mestres. No Brasil, o MEC, secretárias estaduais e municipais começam a se engajar nessa luta para envolver a família. As escolas brasileiras mais bem colocadas no Ideb (índice de desenvolvimento da educação básica) também têm estratégias para atrair os pais para dentro da escola. "Isso faz a diferença entre uma boa escola e uma mediana", diz Eliana Aparecida Piccini Coelho, diretora da escola André Ruggeri, de Cajuru (SP), com nota 7,9 no indicador governamental.
A participação é importante, sim, e por isso o trabalho dos pais precisa estar em sintonia com a escola. E, nada melhor, do que uma conversa (ou várias) com o professor da criança para descobrir como ajudar. "A família tem de contar com a escola para cuidar dos filhos, mas essa responsabilidade deve ser compartilhada. Senão, vira um jogo de empurra-empurra e quem sofre é a criança" diz Luciana Fevorini, coordenadora de ensino fundamental II do Colégio Equipe, em São Paulo.
Como começar a conversa com o professor? O contato pode ser informal, aproveitando as entradas e saídas da escola, ou por meio de um telefonema. "Os pais podem ligar para a escola e perguntar o melhor momento para falar com o professor. Mas a escola deve lembrar que a maioria dos pais trabalham e que, muitas vezes, alguns horários são proibitivos", diz a psicóloga e educadora Ana Inoue. É papel da escola propor momentos de contato entre pais e professores. Se a escola não fizer isso, a família pode exigir a abertura de um espaço para conversa.
Muitos pais, no entanto, podem sentir-se constrangidos em questionar os professores sobre a vida da criança na escola. O motivo, muitas vezes, é o desconhecimento. Demonstrar interesse pelo aprendizado do filho, independente do nível socioeconômico, é o primeiro passo para que ele melhore na escola. "Mesmo que não tenham estudos, os pais podem, sim, conversar com o professor", diz a pedagoga paulista Carmen Galuzzi. Para ajudá-lo na tarefa de iniciar o diálogo com o mestre de seu filho, consultamos especialistas e identificamos 10 perguntas que podem servir de ponto de partida.
Uma das principais iniciativas tomadas pela prefeitura foi a de criar a posição de coordenador de pais para cada uma das escolas públicas da cidade. Esse profissional trabalha como mediador entre a escola e a família: acolhe os pais, tira dúvidas e ajuda quem não pode participar de reuniões da Associação de Pais e Mestres. No Brasil, o MEC, secretárias estaduais e municipais começam a se engajar nessa luta para envolver a família. As escolas brasileiras mais bem colocadas no Ideb (índice de desenvolvimento da educação básica) também têm estratégias para atrair os pais para dentro da escola. "Isso faz a diferença entre uma boa escola e uma mediana", diz Eliana Aparecida Piccini Coelho, diretora da escola André Ruggeri, de Cajuru (SP), com nota 7,9 no indicador governamental.
A participação é importante, sim, e por isso o trabalho dos pais precisa estar em sintonia com a escola. E, nada melhor, do que uma conversa (ou várias) com o professor da criança para descobrir como ajudar. "A família tem de contar com a escola para cuidar dos filhos, mas essa responsabilidade deve ser compartilhada. Senão, vira um jogo de empurra-empurra e quem sofre é a criança" diz Luciana Fevorini, coordenadora de ensino fundamental II do Colégio Equipe, em São Paulo.
Como começar a conversa com o professor? O contato pode ser informal, aproveitando as entradas e saídas da escola, ou por meio de um telefonema. "Os pais podem ligar para a escola e perguntar o melhor momento para falar com o professor. Mas a escola deve lembrar que a maioria dos pais trabalham e que, muitas vezes, alguns horários são proibitivos", diz a psicóloga e educadora Ana Inoue. É papel da escola propor momentos de contato entre pais e professores. Se a escola não fizer isso, a família pode exigir a abertura de um espaço para conversa.
Muitos pais, no entanto, podem sentir-se constrangidos em questionar os professores sobre a vida da criança na escola. O motivo, muitas vezes, é o desconhecimento. Demonstrar interesse pelo aprendizado do filho, independente do nível socioeconômico, é o primeiro passo para que ele melhore na escola. "Mesmo que não tenham estudos, os pais podem, sim, conversar com o professor", diz a pedagoga paulista Carmen Galuzzi. Para ajudá-lo na tarefa de iniciar o diálogo com o mestre de seu filho, consultamos especialistas e identificamos 10 perguntas que podem servir de ponto de partida.
10 perguntas que os pais devem fazer aos professores
- Meu filho participa das aulas?
- Como é o relacionamento com colegas, professores e escola em geral?
- Devo ajudar nas tarefas de casa?
- Como ajudar nas tarefas?
- Como posso me integrar `a escola?
- Qual a rotina da escola em relação às tarefas?
- Como a esolca organiza comemorações?
- Como a escola avaliará o avanço do meu filho?
- Como é a comunicação entre a familia e a escola?
- Qual é a sua posição em relação a faltas?
-
- Tradicionais ou não, as provas diagnosticam o progresso da criança. Por isso, é importante entender quais são os critérios de avaliação da escola (a nota vai resultar da aplicação de uma prova de trabalhos ou dos dois?) e como a média é composta. Também é importante saber os motivos da nota da criança. "Em resumo, os pais têm de entender o que seus filhos precisam saber para tirar nota 10", afirma a psicóloga Ana Inoue. O mesmo vale para notas baixas. Peça exemplos concretos e não hesite em tirar dúvidas. Muitos professores, sem perceber, usam jargões e palavras difíceis, o que dificulta o entendimento dos pais e os afasta da escola.
- Texto: Bruna N / educar para crescer
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Superproteção: como lidar com essa questão?
Pais preocupados com o bem-estar físico e emocional de seus filhos é algo natural. Mas qual a linha que separa a proteção da superproteção? E como os filhos reagem a essa sensação de enjaulamento?
A superproteção por parte dos pais pode ser entendida como um sentimento constante de que os filhos jamais estão preparados, ou seja, são incapazes de lidar com os ‘perigos’ do mundo fora de casa”, explica Guilherme Vanoni Polanczyk, psiquiatria especialista em infância e adolescência e pesquisador ligado ao Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Até certo ponto, diz o psiquiatra, os medos dos pais são reais: a violência, as drogas e as situações de risco realmente estão presentes no dia a dia, especialmente em grandes centros urbanos, como São Paulo. E a transição da infância para a adolescência é bastante confusa para os pais. Afinal, até que ponto aquelas crianças que brincavam no quintal de casa estão crescidas o suficiente e preparadas para lidar com situações diversas, que envolvem escolhas e opções cujos resultados podem ser danosos para sua saúde física e mental?
Adolescência é fase dinâmica e os pais precisam acompanhar
“Muitos pais acabam, em determinado momento, perdendo o laço com os filhos. O trabalho, o estresse, a correria diária os afastam da convivência familiar. E se isso acontece nesse período entre os 13 e 14 anos – quando as crianças começam a requerer maior liberdade de escolhas – o estranhamento pode levar à superproteção”, diz Polanczyk.
Quando essa fase começa, a interação se torna mais dinâmica ainda e os limites precisam ser avaliados constantemente. Da parte dos pais há um investimento emocional – que envolve cuidados, preocupação, escolhas – muito grande. E essa atenção começa a ser relativizada pelos adolescentes, que iniciaram a procura pela própria identidade, começam a testar o poder de decisão e mesmo a argumentação lógica. Nesse ponto, não há mais volta: meninos e meninas estão a caminho de se tornarem homens e mulheres.
Ter contato com o “mundo exterior”, ou seja, fora do núcleo familiar protegido pelos olhos dos pais e cuidadores, faz que esses jovens e adolescentes comecem a desenvolver suas habilidades sociais, suas percepções e a manejar suas decisões, pesando prós e contras e tentando vislumbrar o custo – emocional, por exemplo – de duas opções.
“Os pais que conhecem os próprios filhos têm uma melhor noção do quanto eles conseguem assumir e gerenciar os riscos. E isso – assumir riscos – faz parte do processo de aprendizado”, pontua Polanczyk.
Superproteção
Mas se os pais não vislumbram esse processo de emancipação podem acabar ficando apreensivos. E a realidade – que pode ser realmente violenta, mas eventualmente e em certos níveis – pode ser vista de forma fantasiosa – a violência é “sempre” presente, o perigo é “constante” – e isso leva à superproteção.
“Esses pais podem não ampliar os limites dos filhos. A ‘balada’ é proibida, só pode ir ao shopping – ambiente controlado pela segurança – por exemplo. Nada pode ser feito à noite, tudo à luz do dia ou dentro de casa. Até certa idade isso não é atípico, mas se isso persistir, a vida do jovem fica complicada”, observa o especialista. O pior é quando essas limitações começam a envolver intromissão na privacidade dos adolescentes.
Outra questão é quanto ao uso da internet. A partir do momento em que a vivência real é cerceada, muitos jovens recorrem à internet para ter alguma liberdade. Nesse espaço, a invasão dos pais é menor. Em compensação, a maturidade da vivência social pode não florescer tão harmoniosamente quanto aquela que é permeada pelo contato pessoal.
Reação dos filhos
Na outra ponta da questão está a reação dos filhos, o quanto eles suportarão os limites impostos pela superproteção. “Basicamente as reações podem tomar três caminhos distintos, mas isso não quer dizer que não há outras formas de respostas a essa superproteção”, explica o psiquiatra. “Primeiro é confronto direto, o rompimento brusco com os pais, que leva a discussões acaloradas. Alguns pais podem se tornar mais flexíveis com o tempo, mas se isso não acontecer, o atrito dentro da família vai se tornando insuportável e pode haver um distanciamento entre pais e filhos.”
Alguns jovens podem evitar o confronto direto, mas se posicionam contrários a toda e qualquer regra. E, ao evitarem dar ouvidos às opiniões dos familiares – muitas vezes preferindo as intervenções dos amigos da mesma idade –, podem acabar respondendo de forma menos assertiva a determinadas situações. Nesse caso, o comportamento de risco se acentua. O abuso de álcool e drogas, por exemplo, é uma possibilidade. Brigas, direção perigosa, sexo arriscado, também são outros exemplos desse tipo de comportamento.
Uma terceira possibilidade é a aceitação da situação imposta pelos pais. “Ele pode achar que realmente não consegue decidir nada sem a ajuda dos pais. Aceita esse comportamento e não se arrisca. Acaba não conseguindo ter vivências sociais e desenvolve formas de lidar com os problemas. Essa superproteção poda as vivências dos filhos”, diz o especialista.
Preparação e flexibilização
Polanczyk diz que os pais precisam ter em mente essa preparação para lidar com a flexibilização dos limites impostos aos filhos. O processo de revisão de regras e construção de concessões é algo que, a partir do final da infância, deve ser constante. Além disso, esses pais também precisam relativizar suas fantasias sobre os reais riscos da vivência real, fora de casa.
“As mães, especialmente, têm de estar mais preparadas. Elas normalmente são mais ligadas aos filhos, por diversas razões, e têm maior dificuldade em deixar que esses limites se ampliem. E os filhos também têm de procurar trabalhar suas autonomias, se posicionar diante do problema e enfrentar a situação de forma consistente. Demonstrar que se está preparado para lidar com novos problemas e ganhar a confiança dos pais é o caminho natural”, finaliza Guilherme Polanczyk.
Fonte: Uol Ciências e Saúde
Lei permite a pais cuidarem de filhos doentes
Se virar lei, trabalhadores poderão faltar ao serviço por um mês, para acompanhar um filho de até 12 anos que esteja doente, sem desconto no salário. Um médico vai precisar atestar a necessidade de acompanhamento
A Câmara aprovou, ontem, uma lei que dá aos pais o direito de faltar ao trabalho para cuidar dos filhos. Essa novidade foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Se virar mesmo lei, os trabalhadores poderão faltar ao serviço por um mês, para acompanhar um filho de até 12 anos que esteja doente, sem desconto no salário. Um médico vai precisar atestar a necessidade de acompanhamento.
Agora foi só uma dor de garganta. Mas no ano passado, uma virose deixou Júlia de cama. A mãe, a relações públicas Bruna Marques, gostaria de ter ficado em casa, mas não pôde: “Na hora que eu falei para a chefe que a minha filha estava doente, ela não se sensibilizou nem um pouco. Mandou continuar fazendo o evento”.
Quem tem filho pequeno e precisa sair para trabalhar sabe como é difícil. “Você tem que ficar toda hora ligando perguntando se está bem, se está sentindo alguma coisa”, conta a técnica em sistemas Ivone dos Santos.
“Não fica tranquila. Perde o dia de trabalho para ficar com os filhos”, comenta a doméstica Cleonice da Silva Barros.
Uma lei aprovada na Câmara determina que o funcionário poderá faltar ao serviço por até 30 dias no ano, para ficar com a criança, sem desconto no salário. Para poder cuidar do filho doente, em casa ou no hospital, o trabalhador tem que apresentar ao chefe um laudo do médico da criança. É ele quem vai dizer se a presença de um dos pais é necessária e por quantos dias.
O presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Armando Monteiro, acha que o benefício pode acabar trazendo prejuízos para o setor produtivo: “Quando se cria uma série de condicionamentos na lei, há aumento de custos. Acho que nós podemos melhorar o mercado de trabalho sem ficar criando condicionamentos como esse”.
Hoje, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já prevê algumas situações em que o trabalhador pode faltar, sem desconto no salário. É o caso da licença de três dias para casamento. Já tem projeto para aumentar esse prazo para cinco dias, que tal?
Fonte: Bom Dia Brasil
sábado, 12 de junho de 2010
Cyberbullying: a violência virtual
Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador. Veja a seguir o que caracteriza a ação de cada um deles nos casos de violência entre os jovens.
- Vítima
- Agressor
- Espectador
- Aprender a lidar com a própria imagem é o primeiro passo
Prevenção e solução nas mãos da escola
De acordo com os especialistas, a escola precisa encarar com seriedade as agressões entre os alunos. O cyberbullying não pode ser visto como uma brincadeira de criança. A busca pela solução ou pela prevenção inclui reunir todos - equipe pedagógica, pais e alunos que estão ou não envolvidos diretamente - e garantir que tomem consciência de que existe um problema e não se pode ficar omisso.
Veja, a seguir, ações ao alcance das escolas.
- Como prevenir
Ensinar a olhar para o outro Criar relacionamentos saudáveis, em que os colegas tolerem as diferenças e tenham senso de proteção coletiva e lealdade. É preciso desenvolver no grupo a capacidade de se preocupar com o outro, construindo uma imagem positiva de si e de quem está no entorno.
Deixar a turma falar Num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato, reconhecidos quando estão sofrendo - o que é diferente de achar que não há motivo para se chatear.
Dar o exemplo Se a equipe da escola age com violência e autoritarismo, os jovens aprendem que gritos e indiferença são formas normais de enfrentar insatisfações. Os professores sempre são modelo (para o bem e para o mal).
Mostrar os limites É essencial estabelecer normas e justificar por que devem ser seguidas. Às vezes, por medo de ser rígidos demais, os educadores deixam os adolescentes soltos. Mas eles nem sempre sabem o que é melhor fazer e precisam de um norte.
Alertar para os riscos da tecnologia O aluno deve estar ciente da necessidade de limitar a divulgação de dados pessoais nos sites de relacionamento, o tempo de uso do computador e os conteúdos acessados. Quanto menos exposição da intimidade e menor o número de relações virtuais, mais seguro ele estará.
Ficar atento Com um trabalho de conscientização constante, os casos se resolvem antes de estourar. Reuniões com pais e encontros com grupos de alunos ajudam a evitar que o problema se instale.
- Como resolver
Reconhecer os sinais Identificar as mudanças no comportamento dos alunos ajuda a identificar casos de cyberbullying. É comum as vítimas se queixarem de dores e de falta de vontade de ir à escola.
Fazer um diagnóstico Uma boa saída é realizar uma sondagem, aplicando questionários para verificar como os alunos se relacionam - sem que sejam identificados. As informações servem de base para discussões sobre como melhorar o quadro. Quando os alunos leem, compartilham histórias e refletem sobre elas, ficam mais comprometidos.
Falar com os envolvidos Identificados os indícios, é hora de conversar
com a vítima e o agressor em particular - para que não sejam expostos. A escola não pode legitimar a atuação do agressor nem puni-lo com sanções não relacionadas ao mal que causou, como proibi-lo de frequentar o intervalo. Se xingou um colega nos sites de relacionamento, precisa retirar o que disse no mesmo meio para que a retratação seja pública. A vítima precisa estar fortalecida e segura de que não será mais prejudicada. Ao mesmo tempo, o foco deve se voltar para a recuperação de valores essenciais, como o respeito.
Encaminhar os casos a outras instâncias Nas situações mais extremas, é possível levar o problema a delegacias especializadas em crimes digitais. Para que os e-mails com ameaças possam ser tomados como prova, eles devem ser impressos, mas é essencial que também sejam guardados no computador para que a origem das mensagens seja rastreada. Nos sites de relacionamento, existe uma opção de denúncia de conteúdos impróprios em suas páginas e, em certos casos, o conteúdo agressivo é tirado do ar.
A matéria completa você pode ler na íntegra clicando no link abaixo:
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml?page=0
BOA LEITURA!!!!
LU MALUF
domingo, 25 de abril de 2010
Síndrome de Alienação Parental (SAP), VOC6e sabe o que é?
Com certeza muitas pessoas já ouviram casos de casais que ao se separarem usaram de alguma forma o seu "poder" aos filhos para atingirem o ex conjuge de alguma forma. Independente de onde tenham visto ou ouvido, essa atitude horrível existe e apesar de saberem que tal atitude existe, desconhecem o real nome da coisa.
Então vamos esclarecer isso:
Bem, o nome é Alienação Parental e exatamente hoje, 25 de abril é o...
Dia Internacional da Conscientização sobre a Alienação Parental.
Aqui no Brasil háverá/ há pontos de mobilização:
São Paulo - Parque do Ibirapuera
Rio de Janeiro: Praia de Copacabana
Porto Alegre: Brique da Redenção
Mas o que é mesmo essa alienação parental?
A Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.
Como acontece essa síndrome?
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.
O Genitor Alienante
-
Exclui o outro genitor da vida dos filhos
- Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações, etc.).
- Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).
- Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.
-
Interfere nas visitas
- Controla excessivamente os horários de visita.
- Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.
- Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que não aquelas prévia e expressamente estipuladas.
-
Ataca a relação entre filho e o outro genitor
- Recorda à criança, com insistência, motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.
- Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.
- Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.
- Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao filho.
- Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa.
-
Denigre a imagem do outro genitor
- Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.
- Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.
- Emite falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool.
A Criança Alienada:
- Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
- Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
- Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.
Crianças Vítimas de SAP são mais propensas a:
- Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.
- Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.
- Cometer suicídio.
- Apresentar baixa auto-estima.
- Não conseguir uma relação estável, quando adultas.
- Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.
Como parar a Alienação Parental?
Busque e Divulgue Informações
A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e, atualmente, no Brasil também é possível encontrar vários sites sobre o assunto, bem como livros e textos.Tenha Atitude
Como pai/mãe
- Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.
- Busque auxílio psicológico e jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.
LEMBRE-SE
A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.
A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações futuras.
Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!
Estatísticas sobre a Síndrome da Alienação Parental
80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental.
Estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência.
Assita agora a um vídeo passado no Fantástico sobre este assunto.
fonte: site da SAP
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Nem especial, nem regular, nem pra "normais", nem pra "deficientes"...apenas educação, porque chegará o dia que educação será uma coisa só.




