Quem sou eu

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MARAVILHOSA, Rio de Janeiro, Brazil
Diante de tanta contradição da vida, aprendi que devo ter alto astral acima de qualquer coisa!Eu nunca imaginei que seria pedagoga. Não me preparei para isso. Ela chegou sem que eu preparasse o seu caminho e por isso fiquei tão apaixonada. Essa é para mim a profissão mais linda e digna que existe... Sem sonharmos e idealizarmos algo melhor, nunca poderemos alcançar um diferencial.Essa é minha ideologia e não posso deixar que apaguem por não acreditarem que existe solução para a educação do nosso país,"Não,podemos viver sem ideologias, ter sucesso sem acreditar em valores fortes, concretos,lutar por nossos objetivos sem acreditar que eles serão alcançados,almejar uma vida de realizações soterrando nossas verdadeiras crenças.Tenha suas ideologias muito bem definidas e paute sua vida sobre elas. Não tenha medo do que os outros vão pensar se você está realmente convicto no que acredita ser o certo,não tenha medo de fracassar embasado nelas, aprenda que neste mundo nada é absolutamente ruim ou bom e que sempre,terá que defender suas escolhas e pagar por elas." Eu estou consciente pela escolha que fiz na minha vida profissional,e você?

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Msn1:
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Este espaço é algo criado por mim para dividir, com todos que, assim como eu, adoram de fato o que fazem dentro da educação, um pouco do que pesquiso na internet e também do que tenho de material voltado à esta área que de fato sou louca de paixão.

Peço desculpas pela demora em atualizar os conteúdos.

No mais, a todos que visitam este blog, espero que até o momento tudo que há de conteúdo esteja sendo agradável.

Com carinho,

Lu Moraes
contato: luciana.moraesmaluf@gmail.com
msn: pedlumoraes@hotmail.com

“Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática”

(Paulo Freire, em “A educação na cidade”)

“Ser professor é um privilégio. Ser professor é semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita. Ser professor é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes" Gabriel Chalita

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Eu fico com a pureza da resposta das crianças: a vida é bonita.
Viver e não ter a vergonha de ser feliz.
Cantar e... cantar e ...cantar a eterna beleza de ser aprendiz.
Eu sei que a vida devia ser bem melhor. E será.
Mas issoo impede que eu repita: é bonita, é bonita, é bonita!
(Gonzaguinha).

"Há os que adquirem conhecimento pelo valor do conhecimento - e isto é vaidade de baixo nível. Mas há os que desejam tê-lo para edificar outros - e isto é amor. E há outros que o desejam para que eles mesmos sejam edificados - e isto é sabedoria." - (Bernardo de Claraval)
"Todas as postagens que não são de minha autoria é dado o devido crédito e citado a fonte, até porque quando se copia algo de alguem a intenção não é fazer plágio, e sim divulgar as informações para um maior número de pessoas favorecendo assim o conhecimento."
Lucia Araújo/cc: Luciana Moraes

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os 10 Mandamentos do Educador

1 - Amar. Amar sobre todas as coisas a criança, os homens, Deus .
2 - Não se irritar em vão; pelo contrário, ter muita paciência.

3 - Guardar o respeito devido à personalidade infantil.

4 - Honrar a virtude: dar sempre à criança o exemplo da Caridade, da Justiça, da Humildade

5 - Não matar a iniciativa e o entusiasmo infantil.


6 - Guardar uma janela aberta aos ideais elevados e um coração sensível aos afectos puros.

7 - Não se furtar a trabalhos e canseiras
8 - Não levantar dificuldades à manifestação espontânea dos interesses e das tendências infantis; mas, ao contrário, favorecê-las, para melhor as poder dirigir

9 - Não desejar fazer tudo em um só dia. A educação é obra de persistência e continuidade. Em educação, gastar tempo é ganhá-lo.


10 - Não cobiçar elogios e honrarias, nem sequer compreensão; mas trabalhar na certeza reconfortante de que educar é contribuir para a felicidade dos homens e dos povos. 


fonte:
http://carissimos.blogspot.com/2005/11/contributo-amigo.html



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Projeto institucional: espaços de brincar

Objetivos
- Gerais Tornar a escola um local de convivência saudável, esteticamente agradável e funcional.
- Para a direção e a coordenação pedagógica Planejar os momentos de lazer para os alunos e organizar um acervo lúdico.
- Para os alunos Participar da melhoria dos espaços coletivos e da identidade do ambiente escolar.
- Para os professores Planejar e coordenar propostas para que os alunos tenham mais opções de lazer e oportunidade de interagir fora da sala de aula.
- Para os funcionários Sugerir soluções para a organização dos espaços educativos e colaborar na confecção de brinquedos e demais materiais.
- Para a comunidade Participar da reorganização do espaço, socializando brincadeiras e jogos.

Conteúdos de Gestão Escolar
- Aprendizagem Importância das ações educativas que contemplem o brincar.
- Espaço Organização do ambiente escolar para privilegiar a interação.
- Equipe e comunidade Compartilhamento e comunicação do projeto para toda a comunidade educativa: professores, funcionários, alunos e pais.

Tempo estimado
O ano todo.

Material necessário
Brinquedos e jogos variados e material para pequenas reformas, se necessário.

Desenvolvimento
1ª etapa Levantamento de propostas e materiais
Faça uma pesquisa com professores, funcionários e alunos para servir de base ao projeto de melhoria dos espaços de lazer. Se já são realizadas atividades na hora do recreio, há a intencionalidade educativa nelas? A equipe faz um planejamento nesse sentido? Há brinquedos, jogos e materiais que promovam a interação? Livros e revistas estão disponíveis aos alunos? Existem lugares aconchegantes? A equipe tem acesso a materiais teóricos e práticos sobre propostas lúdicas? O corpo docente recebe uma formação específica nessa área? Todos conhecem os interesses da garotada? Tabule o resultado e deixe exposto em um mural no pátio e na sala dos professores.

2ª etapa Divisão de tarefas
Reúna professores, funcionários e alunos para analisar as respostas e, com base nelas, proponha a gestão coletiva dos espaços da escola. Sugira a formação de pequenos grupos para organizar e monitorar algumas atividades lúdicas. É possível toda a equipe contribuir arrecadando material, pesquisando os fornecedores mais baratos e buscando soluções com sucata. As funções, contudo, podem ser divididas:
- Professores Organizar um rodízio para planejar o uso do pátio ao longo da semana. Por exemplo: às segundas-feiras, um fica responsável por oferecer um novo jogo de tabuleiro; às terças, outro organiza brincadeiras com bola e assim por diante. Eles também devem conversar com os alunos para saber dos interesses, registrar o intervalo (com fotos, vídeos ou relatos) e identificar possibilidades de mudanças a fim de tornar o ambiente mais agradável.
- Funcionários Manter o espaço em condições de uso, partilhar brincadeiras, jogos e brinquedos que conhecem e ajudar na manutenção dos materiais e na ampliação do acervo lúdico. As merendeiras podem guardar latas para a confecção de pés de lata e um auxiliar de serviços gerais, intervir no espaço ao pendurar ganchos para a montagem de cabanas.
- Alunos Apresentar propostas de atividades e assumir responsabilidades em relação à manutenção e organização do espaço e dos materiais. Se houver música na hora do recreio, é preciso definir quem tomará conta do som e escolherá a trilha sonora.

3ª etapa Intervenções no espaço
Fotografe os ambientes da escola, amplie e imprima as imagens e faça cópias em preto e branco. Monte com elas um mural e incentive a participação de todos, dando opinião sobre possíveis interferências. Eles podem desenhar com lápis e canetas coloridas e escrever sobre as folhas. Algumas sugestões para:
- Corredores Murais produzidos pelos alunos com dicas culturais e troca de objetos (gibis, figurinhas etc.), cantos de brincadeiras, labirinto de elásticos (presos na parede com ganchos) e almofadas para a leitura (onde não atrapalhem a passagem).
- Parque Montagem de cabana, trepa-trepa decorado com papelão ou folha de palmeira e tendas feitas com boias, pneus ou tecido.
- Pátio Canto com jogos de tabuleiro.

4ª etapa Comunicação e divulgação
Informe os familiares sobre o projeto nas reuniões de pais e por meio de bilhetes. Painéis de fotos na entrada da escola são instrumentos de troca valiosos. Convide pais e avós para participar do intervalo. Eles serão bem-vindos para socializar jogos e brincadeiras do seu tempo de infância.

Avaliação
Converse com os professores, leia os relatórios e observe se há a interação e se as brigas diminuíram no intervalo. Alunos envolvidos com as propostas e a qualidade e a diversidade das atividades são indicadores do bom andamento do projeto.

consultoria: Consultoria: Adriana Klisys
Diretora da Caleidoscópio Brincadeira e Arte, de São Paulo. ( Revista Nova Escola)

Espaços de lazer: lugar de brincar, interagir e conviver

Organize os ambientes para que os alunos do 1º ao 9º ano tenham mais locais para se divertir dentro da escola

Na Educação Infantil e no início do Ensino Fundamental, as crianças costumam ter garantidos tempo e materiais para brincar. No entanto, conforme elas avançam na escolaridade, os momentos lúdicos praticamente desaparecem da rotina. E isso é uma pena. 

Todos os alunos precisam ter a oportunidade de conviver e se divertir nos horários em que não estão na sala de aula. O que deve mudar, a cada etapa, são as propostas, com a finalidade de atender às diferentes faixas etárias.  

Enquanto brincam, jogam e interagem em atividades com música, leitura ou bate-papos, crianças e adolescentes aprendem a ser cooperativos - aliás, a origem da palavra brincar vem de "estabelecer vínculos com o outro". Para viabilizar momentos diversificados, é preciso organizar os espaços de uso coletivo. "Muitas equipes definem o que deve acontecer em classe, porém não fazem o mesmo com o lado de fora. O ideal é que o intervalo se caracterize pela possibilidade de optar por experiências que proporcionem satisfação pessoal e oportunidades de manter relações significativas. Contudo, isso não dispensa o planejamento, já que a liberdade de escolha depende das opções oferecidas", diz Adriana Klisys, coordenadora da Caleidoscópio Brincadeira e Arte.

  Na EMEF Gino Dártora, em Caieiras, município da Grande São Paulo, existem atividades variadas e simultâneas. No espaço reservado aos jogos, estão à disposição dominó, baralho, ludo, pega-varetas e trilhas - muitos confeccionados pelos próprios alunos. Na quadra, há propostas com bola, como a queimada. "As turmas se revezam no espaço e todas têm chances de se divertir", conta a diretora, Fernanda de Moraes Faria. O rodízio evita uma cena comum em muitas escolas, que é a dos meninos mais velhos jogando futebol. Além dos jogos e das brincadeiras, existe um local aconchegante para a leitura, com revistas e livros, que são periodicamente atualizados.

De acordo com Fernanda, há ainda o cuidado de transmitir aos alunos parte da responsabilidade em cuidar do material. "Tudo fica organizado em prateleiras e cabe às turmas retirar e guardá-lo nos lugares determinados. Esse é o combinado e cada um faz a sua parte", diz a diretora. A participação dos estudantes também se dá na hora de sugerir atividades. Afinal, o projeto é para eles. "Cabe aos gestores levantar o que os alunos querem fazer, discutir a viabilidade das propostas com a equipe e providenciar os materiais necessários", destaca a consultora Adriana Klisys.

Para que o projeto se complete, é interessante a equipe gestora se unir em torno dele e ficar atenta à alternância entre os desafios que exijam atividades corporais (como brincadeiras com cordas, elásticos e perna de pau) e outros mais lúdicos (jogos de tabuleiro e bacias para fazer bolhas de sabão gigantes).

Um reflexo positivo desses cuidados no planejamento do intervalo é o fim da correria e até de atos de violência. No CE de João Monlevade, no município do mesmo nome, a 115 quilômetros de Belo Horizonte, sugestões para todas as idades entretêm a garotada: brinquedos como a peteca e a corda, jogos de pebolim e de tabuleiro e um grupo de hip-hop, que se apresenta e ensina passos de dança desse movimento cultural para os colegas. Antes da implantação do projeto institucional que organizou o tempo livre, os alunos viviam brigando. Agora, ele é aproveitado de forma educativa e os resultados são visíveis. "É um momento de socialização, em que todos aprendem a respeitar os espaços da escola e os direitos dos outros. Isso só é possível porque os jovens atuam como protagonistas", afirma Silvânia Fátima Hosken Reis, diretora da escola.

Outro ponto fundamental foi a atuação em conjunto das equipes gestora e docente. "Desde o começo, a direção, a coordenação pedagógica e os professores trabalharam juntos." A sintonia privilegia a integração entre as novidades e a grade curricular. "Dependendo da brincadeira, os professores trabalham as regras com as turmas e explicam o manuseio e os procedimentos de segurança. Não adianta apenas oferecer material", orienta o educador Marcelo Jabu, autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.

fonte: Revista Nova Escola.

Brinquedoteca - Um espaço de brincar

Saiba como montar uma brinquedoteca cheia de atrações para as crianças da Educação Infantil.

Dando uma pesquisada rotineira achei umas dica muito legais relacionadas com educação infantil.

Estou disponibilizando o link para todas as pessoas que não te assinatura da revista e não tem muito tempo para pesquisar.

As idéias sugeridas publicadas pela revista são geniais.

sábado, 15 de janeiro de 2011

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES de acordo com a idade...

Expressividade
·         Realizar, na hora do banho, massagens, estimulação das palmas das mãos e dos pés, movimentos na água junto com a criança etc;
·         favorecer o desenvolvimento oral e corporal por meio da música, juntamente com as atividades de higiene, trocas, alimentação etc.;
·         proporcionar brincadeiras de roda, esconde/esconde e outras para permitir o desenvolvimento da oralidade, da espontaneidade e da socialização da criança;
·         utilizar brincadeiras com música para estimular as crianças na manutenção de boa postura (importante que o professor tome cuidados com sua própria postura, pois a criança age por imitação do adulto);
·         fazer uso de atividades no espelho, trabalhando a expressividade de cada um: as crianças farão caretas, mímicas, enfim, brincarão com a própria imagem;
·         desenvolver atividades relacionadas aos jogos de imitação e mímica.
·         Hora da rodinha com histórias, músicas, etc;
·         Brincadeiras ao ar livre
·         Brincadeiras livres e banho de sol (de acordo com as condições climáticas).
·         Passeio externo ou interno.
·         Brincadeiras coletivas ou opções individuais (organização de diferentes materiais para interação das crianças).

Equilíbrio e Coordenação

·        Brincar em rodinhas levando a criança a levantar-se, sentar-se, andar, deitar, correr etc.;
·        contar histórias e pedir que as crianças participem com gestos e mímicas, dramatizando-as;
·        organizar atividades onde a criança possa manipular grandes e pequenos objetos, pular obstáculos,  andar para frente e para trás, empurrar objetos, encaixar etc.;
·        proporcionar brincadeiras de estátua, fique onde está, corre-cotia, coelhinho na toca etc.;
·        propor brincadeiras diversas com corda elástica, bambolês, garrafas plásticas, colchões, bastões, bolas etc.
Artes Visuais
·        Levar a criança a imitar formas e figuras por meio da representação;
·        proporcionar exploração de marcas, gestos e texturas;
·        confeccionar tintas e massas com a participação das crianças para observação das propriedades, possibilidades de registro e transformações;
·        propor toques sobre diversos tipos de superfície como lixa, argila, papel liso, rugado etc.;
·        favorecer a articulação das sensações corporais e das marcas gráficas;
·        promover impressão de marcas em papel comprido ou no chão, para que as crianças caminhem e percebam suas marcas (claras/escuras);
·        imprimir com as crianças marcas gráficas utilizando o próprio corpo;


O Fazer Musical

·         Propiciar a escuta de diferentes sons produzidos por brinquedos sonoros;
·         levar a criança a ouvir e aprender canções, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, jogos de mãos etc.;
·         estimular a produção de sons diversos (vozes de animais, ruídos, palmas, batidas de pés…);
·         favorecer a exploração de materiais sonoros de corda, percussão e sopro;
·         promover o contato com obras musicais diversas;
·         gravar as produções e interpretações das crianças;
·         realizar, durante o banho, brincadeiras com água e brinquedos sonoros alternando som e silêncio;
·         promover passeios pelo ambiente escolar para explorar os sons de cada espaço;
·         oferecer oportunidades de ouvir e observar os sons da natureza, em atividades externas;
·         confeccionar materiais sonoros, observando o nível de habilidade das crianças do berçário;
·         contar histórias enfatizando os sons existentes;
·         proporcionar a participação em jogos e brincadeiras cantadas;
·         promover a exploração livre dos sons graves e agudos (altura), forte ou fraco (intensidade), curtos ou longos (duração).
·         As melodias, as canções e acalantos têm um espaço cativo neste período. Não se deve esquecer das parlendas como brincadeiras para desenvolvimento oral.
·         Os acalantos e brincos são formas de brincar musical característico da primeira fase da vida da criança.

Exemplos:
Acalantos – Boi da cara-preta
Brilha, brilha estrelinha
Dorme, neném
Mamãe
Brincos – Serra, serra, serrador
Palminhas de guiné
Dedo mindinho
Upa, upa, cavalinho
Parlendas – Hoje é Domingo, pé de cachimbo…
Tempo perguntou ao tempo…
Doce perguntou ao doce…
Rei capitão, soldado, ladrão…
Lá em cima do piano…
Uni, dune, tê, salamê…

A criança e a linguagem
·         Conversar e cantar, freqüentemente, com o bebê para intensificar a relação
       afetiva e desenvolver a linguagem;
·         instigar a emissão de sons e a pronúncia de pequenas palavras carregadas de significado para o bebê;
·         incentivar a fala da criança nos diálogos, nas rodinhas etc.;
·         dialogar, na troca de roupas e na hora do banho, deixando a criança expressar verbalmente suas idéias e conhecimento do mundo com liberdade;
·         disponibilizar livros e revistas para folhear e nomear figuras, personagens, gravuras e reconhecer a linguagem escrita;
·         contar histórias e levar a criança a comentar;
·         proporcionar dramatizações com máscaras, fantoches, mímicas, imitar voz de personagens, animais;
·         propiciar brincadeiras de teatrinho usando roupas, sapatos, bolsas e outros objetos de adulto, deixando que as crianças criem diversas situações;
·         deixar que a criança se expresse livremente histórias, parlendas etc.;
·         estimular a interação com outras crianças e adultos;
·         deixar a criança transmitir recados simples;
·         levar a criança a falar o nome das pessoas e objetos que estão por perto, pronunciando corretamente as palavras;
·         trabalhar com projetos de acordo com a faixa etária;
·         propiciar jogos de percepção e observação em situações cotidianas;
·         proporcionar momento de conto de histórias em ambientes diversificados (debaixo de árvores, antes de dormir etc.);
·         direcionar a ação pedagógica de forma a criar situações de fala e compreensão da linguagem (gravar fala, entrevistas com as crianças etc.).
Natureza e Sociedade
·         Propiciar às crianças a observação da diversidade de pequenos animais presentes no ambiente (como a tartaruga Magali da nossa  creche);
·         ampliar o repertório histórico e cultural das crianças por meio de músicas, jogos e brincadeiras dos tempos de seus pais e avós;
·         oportunizar o manuseio e a exploração de diferentes tipos de objetos;
·         propiciar a exploração dos diversos órgãos sensoriais e suas funções como a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar para percepção do corpo e das interações que ele estabelece;
·         nomear com as crianças as partes do corpo e algumas funções de forma contextualizada, por meio de situações reais e cotidianas;
·         promover excursões pelos arredores da instituição para reconhecimento de animais, a fim de que as crianças percebam os sons produzidos, onde se abrigam, como se locomovem, como se alimentam etc.;
·         formular questões provocadoras para que as crianças manifestem suas hipóteses e encadeiem novas questões (Ex.: chuva caindo, relâmpagos, caule das plantas, tronco quebrado ou apodrecido etc.);
·         oportunizar informações em fontes variadas (livros, revistas, jornais, filmes etc.);
·         desenvolver projetos que integrem diversas dimensões do mundo social e natural.
Pensamento Lógico-Matemático
·         Oportunizar à criança brincadeiras como jogos de esconder ou de pega-pega onde um dos participantes deverá contar, enquanto espera os outros se posicionarem;
·         propor brincadeiras e cantigas que incluam diferentes formas de contagem (Ex.: a galinha do vizinho bota ovo amarelinho, bota um, bota dois… etc.);
·         propor situações que propiciem a troca de idéias sobre as representações;
·         propiciar a utilização de material massa de modelar de farinha de trigo com anilina;
·         construir diferentes circuitos de obstáculos com almofadas, colchonetes, pneus e panos por onde as crianças possam engatinhar ou andar;
·         possibilitar a representação do espaço numa outra dimensão (construir torres, pistas para carros e cidades, em blocos de madeira ou encaixe);
·         organizar PAINEL com pesos e medidas das crianças para que elas observem suas diferenças (comparar o tamanho de seus pés e depois olhar os números em seus sapatos);
·         oportunizar à criança audição de músicas do folclore brasileiro, de rimas infantis, envolvendo contagem e números utilizados como forma de aproximação com a seqüência numérica oral;
·         ORGANIZAR UM QUADRO DE ANIVERSARIANTES, contendo a data do aniversário e a idade de cada criança;
·         providenciar, para cada berço, objetos (brinquedos, argolas, móbiles) para que o bebê possa observar, tocar, tendo um despertar prazeroso.

Estimulação (IMPORTANTE)
A repetição e os elogios são muito importantes para que as crianças se sintam estimuladas a avançar na construção do seu conhecimento. Para isso, o educador pode utilizar atividades de estimulação como as seguintes:
·         levar a mão do nenê a acariciar o seu rosto e fazer o mesmo com sua mão no rosto do nenê;
·         carregar a criança nos braços, voltada para a frente, formando uma cadeira com seus próprios braços, ou então acomodá-la de bruços, pois assim ela terá uma maior amplitude visual;
·         fazer movimentos com objetos coloridos, que façam barulho, para que a criança ouça, observe e acompanhe;
·         pendurar objetos coloridos e sonoros (sem exagerar na quantidade) em posições diferentes e na altura que a criança possa alcançar (no início, ela só olhará para eles; mais tarde, tentará tocá-los);
·         acomodar o nenê no chão, de bruços, sobre um tapete ou cobertor, com vários objetos coloridos ou que façam barulho à sua frente; fazer um pequeno rolo com uma toalha e colocá-lo debaixo do peito do nenê, estimulando-o para que ele se mova em direção aos objetos;
·         oferecer a mamadeira para o bebê, ajudando-o a segurá-la com as duas mãos, em posição reclinada. Olhar sempre nos olhos dessa criança e conversar com ela;
·         procurar deixar o nenê entre 3 e 6 meses, quando acordado, em posição reclinada, apoiado em travesseiro e com suas próprias mãos colocadas à frente;
·         procurar tornar a hora do banho bem agradável, segurando o bebê firme, para que se sinta seguro. Fazer brincadeiras como bater as mãos e os pés na água, colocar objetos que fiquem boiando na banheira para chamar atenção do bebê etc.;
·         levar, sempre que possível, o bebê para passear; cantar para ele e mostrar-lhe coisas diferentes;
·         fazer a criança rolar de um lado para o outro, sempre mostrando algum objeto colorido que possa interessá-la;
·         deitar o nenê de costas; aproximar um chocalho de seus pés e fazê-lo dar chutes para movimentá-lo e produzir sons;
·         colocar o bebê em frente a um espelho durante algum tempo, chamando-lhe a atenção para que se olhe;
·         dar à criança um objeto pequeno, procurando fazê-la passar de uma à outra mão;
·         dar dois objetos pequenos ao bebê para que segure um em cada mão; tentar fazê-lo bater um no outro. Procure imitar o som produzido;
·         oferecer ao nenê objetos de vários tipos como: espuma, lixa, toalha, madeira, metal, borracha e outros. Se ele estranhar, apresentar o objeto em outra ocasião e em outro contexto. Oferecer também alimentos ou objetos variados, para que a criança possa sentir gostos e cheiros diferentes. Exemplo: açúcar, sal, limão, talco, perfume etc.;
·         permitir que a criança vá, gradativamente, pegando com as próprias mãos, pedaços de frutas, pão etc.; permitir, também, que ela mexa na comida e não se importe se ela se sujar (esta atividade é importante para que mais tarde a criança aprenda a comer sozinha);
·         acariciar, cantar e repetir sons ou gestos emitidos pela criança na hora da troca de fraldas ou do banho;
·         fazer, a partir dos sete meses, o nenê sentar-se sozinho, em posição de ioga, apoiando as mãos na frente do corpo;
·         brincar de “cuca-achou” ou “achou-sumiu” com o nenê, cobrindo o seu rosto com um pano, chamando a sua atenção e levando-o a retirar o pano. Se o nenê não entender a brincadeira, recomeçar tampando somente a metade do seu rosto. Depois, esconder o rosto do nenê e esperar que ele retire o pano. Esta brincadeira deve ser acompanhada de risos e gritos de alegria. Repetir esta brincadeira escondendo objetos de que a criança goste;
·         bater palmas, levantar os braços, fazer gestos para que a criança o acompanhe já que ela gosta de imitar gestos;
·         colocar o nenê de pé (depois dos oito meses) sobre suas próprias pernas, segurando-lhe as mãos; fazer com que ele impulsione seu corpinho para cima e para baixo, que se levante apoiando-se nas grades do berço, do quadrado, numa mesinha, chamando ou mostrando um brinquedo interessante;
·         colocar vários objetos num barbante e ensinar a criança a puxá-los (esta atividade deve ser feita com os nenês que já engatinham ou que já andem);
·         dar papel macio para que os bebês rasguem ou amassem com o cuidado para não colocar na boca.
Sugestões de Atividades da Rotina:
·         chegada e recepção das crianças;
·         organização da sala e dos materiais;
·         atividades didático-pedagógicas;
·         brincadeiras ao ar livre;
·         higiene e troca de roupa;
·         almoço;
·         higiene bucal;
·         repouso;
·         atividades alternativas para as crianças que vão acordando;
·         lanche;
·         atividades didático-pedagógicas;
·         brincadeiras ao ar livre;
·         higiene e troca de roupa;
·         jantar;
·         higiene bucal;
·         reorganização da sala;
·         saída.

OBS: A construção da rotina deve ser feita pela escola levando-se em conta os seguintes aspectos:
·         o cotidiano na creche está impregnado de vínculos e afetos nas atividades como comer, dormir, trocar fraldas, dar banhos etc.;
·         o educador deve diversificar ao máximo o lugar das atividades, oportunizando passeios, excursões, entrevistas que proporcionem  maior interação e diferentes leituras do mundo;
·         as propostas devem ser desafiadoras, significativas e prazerosas, possibilitando novas descobertas;
·         a diferenciação das realidades e a disponibilidade de materiais e espaços.

Este planejamento foi dado a uma pessoa a um bom tempo quando fazia faculdade e algumas  adaptações foram feitas para a realidade da nossa creche.  Não se sabe de quem é, se alguém achar o “dono” é só entrar e contato, que será dado os créditos. 

Sobre PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES PARA O BERÇÁRIO

Bibliografia Recomendada
BALAGUER,I. Entrevista. Pátio Revista Pedagógica. Porto Alegre, n.7,  nov1998/jan1999.
BONDIOLI,A. Manual de educação infantil de 0 a 3 anos. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
BRASIL,BRASÍLIA. LDB-Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.1996.
_______.CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer 022/98. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil.. Brasília:,1998.
_______.Estatuto da criança e do adolescente. Lei 8.069/90.Rio de Janeiro:DP&A,2001.
_______.Referencial curricular nacional para a educação infantil. vols.I, II e III, Brasília: MEC-SEF,1998.
_______. Política  nacional  de  educação  infantil. Brasília. MEC/SEF, Coordenação de Educação Infantil.Brasília,1994.
EDWARDS,C. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
FARIA,A.L.et alii. Educação Infantil Pós-LDB: rumos e desafios. São Paulo: Autores Associados, 1999.
FREINET,C. A pedagogia do bom senso. São Paulo: Martins Fontes, 1973.
GALVÃO,H.. Henri Wallon : uma  concepção  dialética  do  desenvolvimento  infantil. Petrópolis: Vozes. 2.ª ed., 1995.
GARCIA, R.L. Em defesa da educação infantil. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
GARDNER, H. A criança pré-escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
LAROSSA, J. O enigma da infância: ou o que vai do impossível ao verdadeiro. In Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. Porto Alegre: Contra Bando, 1998.
PINTO,M. et alii. As crianças: contextos e identidades. Portugal: Universidade do Minho - Centro de Estudos da Criança,1997.
ROSEMBERG, F. et alii.. Creches e pré-escolas no hemisfério norte. São Paulo:Cortez -FCC,1994.
VYGOTSKY, L.  A  formação  social  da  mente : o  desenvolvimento  dos  processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
ZABALZA, M. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Criança Índigo

Certo dia estava dando um tempo pela Tijuca esperando dar a hora do meu filho mais novo terminar o treino no TTc, como não poderia ser diferente lá fui me entocar dentro de uma livraria...

Aproveitar e ver os preços de alguns livros citados pelo professora da pós. Nossa super caros!!! E como nao poderia ser diferente o que havia gostado era o mais caro.... 

mas voltando....

Comecei a vistoriar livro por livro e encontrei uns falando sobre crianças índigos... já havia escutado, mas superficialmente. De novo, como nao podia ser diferente, lá fui começar a ler as sinopces...
 
Realmente muito interessante, mas infelizmente ainda não esta inserida no quadro oficial de disturbios e transtornos mundial, por isso um assunto considerado sem credibilidade...

O interessante é que esse tipo de criança esta sendo muito confundida com crianças com hiperatividade ou TDH....E com isso muitos psicólogos estão aplicando medicações em crianças que de fato não precisam.

Nas minhas pesquisas, os índigos estão inseridos como tema espiritual. 

Mas existe pesquisas sendo feitas por um grupo de psicólogos afim de saber de fato esse "tema" é algo espiritual ou de fato um distúrbio e sendo distúrbio como se dá, qual a fonte, etc.

Eu fui falar com meu professor de TTc e ele disse que poderia pesquisar sobre o neocortex... ver se existe alguma ligação... Já que também é outro tema sendo bem falado no meio da psicologia.

Já estou a dias tentando encontrar algo que possa servir como referência, mas ainda não encontrei algo que possa ser cientificamente comprovado e aceito...

Anotei alguns títulos de livros para leitura, mas falta pesquisar a credibilidade de seus escritores, fontes e etc.

Porém se alguém souber de alguma referência bibliografica gostaria muito que pudesse enviar para um dos e-mais disponibilizados na página principal do blog. 

Se tiverem conhecimento concreto de algo, fiquem a vontade de compartilhar, poderei postar aqui no cantinho dando os crédidos à vc... isso pra mim é o de menos, o importante mesmo é compartilharmos o que sabemos.

bjus 
Lu Moraes

Livros que vi:

  • Aprender a educar a criança índigo
  • Educando crianças índigo - (Egídio Vecchio)

domingo, 2 de janeiro de 2011

CURSOS EM JANEIRO DE 2011

MÉTODOS E TÉCNICAS PARA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS
Programa:

Metodologia da Abelhinha. Técnica Para Desenvolvimento da Leitura, Interpretação e Escrita, Dificuldades da Língua. Acentuação. Conceito de Gênero, Número e Grau. Noção de Conjuntos. Emprego de Sinais. Adição, Subtração Com O Q.V.L. Problemas Matemáticos. Noção de Dobro e Metade, Par e Ímpar, Dúzia e Dezena. Leitura, Escrita e Reconhecimento de Números De 1 a 100.

1ª aula:
1º Capítulo do método: a-e-i-o-u
Junção de sons
Noções de Conjuntos
2º Capítulo: v.d.l.m
Formação de novas palavras
Numerais até 20
Uso de sinais de Î e Ï

2ª aula:
3º Capítulo: p.g.r.t.
Acento circunflexo
Formando novas palavras
Emprego de sinais = e ¹
Construção de frases
Uso do ponto final, interrogação e exclamação
Numerais até 40
4º Capítulo: f,c,z,x
Adição e subtração, usando o quadro valor de lugar (q, v, l)
Masculino / Feminino
Aumentativo / Diminutivo
Numerais até 60

3ª aula:
5º Capítulo:h, nh, ch, lh
Noções de dobro / metade
Numerais até 80
Números pares e ímpares

4ª aula:
Emprego do ss, rr, mp, mb
Uso do ç, ce, ci, qua, que, qui, ge, gi,gue, gui
Problemas envolvendo adição e subtração
Numerais até 100
Trabalhando com textos
Dúzia / Dezena
Público-alvo:
Público Geral.

Este curso vale horas AAC

Local: NITERÓI 
Endereço: Rua Eduardo Luiz Gomes, 134  
Bloco:
Sala: 202 
Período de Realização: 18/01/2011 a 27/01/2011 
Carga horária: 16 h  
Aluno /Turma: Min. 15 - Max. 50
Código da turma: 18201100561 
Dia da semana: Terça-Feira das 08:00 às 12:00
Quinta-Feira das 08:00 às 12:00  

Valor:

R$ 45


PEDAGODINÂMICA


Programa:
O que é ensinar? Conceitos básicos de psicologia da educação. A dinâmica do grupo como instrumento pedagógico. Intercâmbio de experiências de ensino dinamizado.

1ª aula: Introdução. O que é ensinar? Conceitos básicos de psicologia da educação.

2ª aula: Abordagem de uma nova utilização das dinâmicas num contexto organizacional e educacional. Dinamização de músicas, filmes, poesias, que são instrumentos de uso em salas de aula.

3ª aula: A dinâmica do grupo como instrumento pedagógico. Dinâmica de grupo em consultoria e educação. Instrumentos para educadores para tornar suas aulas melhores.

4ª aula: Intercâmbio de experiências de ensino dinamizado.
Público-alvo:
Público em geral.

Este curso vale horas AAC

Local: NOVA AMÉRICA 
Endereço: Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126 Nova América Outlet Shopping 
Período de Realização: 17/01/2011 a 26/01/2011 
Carga horária: 16 h  
Aluno /Turma: Min. 15 - Max. 40
Código da turma: 18201003351 
Dia da semana: Segunda-Feira das 18:00 às 22:00
Quarta-Feira das 18:00 às 22:00  

Valor:

R$ 45
 


fonte: Estacio de Sá

ANO NOVO, POSTAGENS NOVAS...

O fato de estarmos em janeiro, mês de férias,  não significa que não existam assuntos para serem postados, pesquisas a serem feitas. 

Dando inicio ao nosso ano vai algumas dicas de cursos de férias que poderão ser feitos... conforme for encontrando irei postando.

Confesso que já estou aguniada em ter que ficar tanto tempo em casa sem produzir algo que esteja relacionado a educação.

Então, que todos nós tenhamos um ano de 2011 maravilhoso, desejando que todas as pessoas que tem poder sobre a educaçao possam adquirir sabedoria e fazer o melhor por ela, pois sem educação não há futuro...

 bj no coração de todos...

Lu moraes

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Férias....

Estamos chegando a reta final de mais um ano... muitas coisas foram feitas, aprendidas, descobertas, transformadas e repassadas...

O meu cantinho aproveita este periodo de férias letivas para também dar uma boa descansada...

Mas não estaremos parados, continuaremos o nosso trabalho, buscando mais conhecimentos para dividir com todo.


Natal e Feliz Ano Novo
Luciana Moraes

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Livros para baixar

Cultura Popular e Educação (2008) - SILVA, René Marc da C. (Org.). Cultura Popular e Educação – Salto para o Futuro. Brasília: Ministério da Educação/SEED/TV Escola/Salto para o Futuro, 2008.
 
Práticas de Leitura e Escrita (2006) - CARVALHO, Maria Angélica F.; MENDONÇA, Rosa Helena (Org.). Práticas de Leitura e Escrita. Brasília: Ministério da Educação, 2006.

Integração das Tecnologias na Educação (2005) - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (Org.). Integração das Tecnologias na Educação. Brasília: Ministério da Educação/SEED/TV Escola/Salto para o Futuro, 2005.

Entre neste link:

    terça-feira, 7 de dezembro de 2010

    Jornada de Síndrome de Down

    A II Jornada de Síndrome de Down acontecerá no sábado dia 11/12/2010, em Brasília.

    A Jornada está sendo organizada pela Sociedade de Pediatria do DF na pessoa do Dr Dennis Alexander Burns, juntamente com o Instituto Ápice em Saúde – Dra Nadja Quadros e equipe. 

    Na ocasião será apresentado o projeto de Responsabilidade Solcial – Ápice Down, focado no desenvolvimento da pessoa com a SD na promoção da qualidadede vida em todos os ciclos de vida dessas pessoas, com um espaço dinâmico e interdisciplinar.
     
    Neste dia será também o lançamento da Pós-Graduação lato sensu “Abordagem Interdisciplinar em Síndrome de Down”, coordenada pelo Dr Zam Mustachii, Dr Dennis Burns e organização e apoio pelo Instituto Ápice em Saúde na pessoa da Dra. Nadja Quadros e equipe, sendo que todo o lucro será para viabilizar o projeto Àpice Down.

    Para maiores informações deixo os telefones abaixo:

    Drª Nadja Lima Quadros
    (61) 9111-5717
    Jerusa Amaral
    (61) 9648-6626

    fonte: http://www.inclusive.org.br
    Nem especial, nem regular, nem pra "normais", nem pra "deficientes"...apenas educação, porque chegará o dia que educação será uma coisa só.

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